Um arquivo que nunca deveria se tornar público
O que começou como um relatório interno para o exército dos EUA é hoje um dos documentos mais lidos do Reading Room da CIA. Esta é a história por trás da Frequa.
O pioneiro do rádio Robert Monroe desenvolve o treinamento „Gateway Experience“: por meio de batidas binaurais, ou seja, tons minimamente diferentes em cada ouvido, a consciência é guiada a estados profundos definidos, os chamados níveis Focus. Ele patenteia a técnica.
O tenente-coronel Wayne McDonnell é incumbido de avaliar o método cientificamente. Seu relatório „Analysis and Assessment of Gateway Process“ descreve em quase 30 páginas como o Hemi-Sync sincroniza os hemisférios cerebrais e quais estados seriam alcançáveis, até o Focus 21, o „movimento além dos limites do espaço e do tempo“.
O arquivo é desclassificado e publicado no Reading Room da CIA. Décadas depois ele viraliza: milhões leem o original e as Gateway tapes vivem um renascimento.
A Frequa transforma a lógica de frequências do arquivo em sessões para o seu celular: batidas binaurais geradas com precisão, em camadas como na patente original, com as fontes dentro do app. Não é uma caixa-preta esotérica, e sim verificável até a última página.
A Frequa não tem qualquer vínculo com a Central Intelligence Agency e não é apoiada nem aprovada por ela. A referência ao arquivo é puramente histórica e informativa.
„… a movement of consciousness beyond the limits of time and space."
Da descrição do nível Focus 21, Analysis and Assessment of Gateway Process, 1983





